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2 de outubro de 2013

Não tenha um plano B




Arriscar-se em algo novo nunca foi fácil para ninguém. Estamos acostumados a sempre ter um plano de reserva, uma saída, para se tudo der errado. Mas, e se o plano reserva for justamente aquele que está nos impedindo de ter sucesso ao nos arriscarmos?
É nesse sentido que o cofundador e diretor da Negocioteca, Victor Santos, mostra que nem sempre ter um plano B é a melhor escolha. Sendo cofundador de um site de consultoria online para gestão de negócios, especialista em administração de empresas pela FGV-RJ, palestrante e também empreendedor, Victor reúne experiência de sobra para falar um pouco sobre o assunto, abaixo segue o texto postado no blog saia do lugar: 

Geralmente, quando falamos que queremos empreender e que vamos apostar todas as nossas fichas nisso, é muito comum ouvirmos das pessoas que se preocupam conosco que devemos ter um plano B para o caso das coisas darem errado. E até certo ponto, essa lógica faz sentido.
O problema é que ter um plano B, por mais seguro que possa parecer, na verdade, é algo ruim. Não entendeu? Eu explico…
 Vamos supor que você está abrindo sua empresa – seu plano A -, mas, ao mesmo tempo, está estudando para um concurso público – seu plano B.
 No começo, você se dedica muito mais ao plano A do que ao plano B, pois está energizado e muito empolgado para fazer tudo dar certo. Contudo, a medida que o tempo vai passando e as coisas não acontecem na velocidade esperada, você começa a desviar seu foco para o tal plano B.
 O que acontece a seguir é que os resultados da empresa que já não estava de acordo com o que você desejava, começam a piorar cada vez mais e, de repente, o plano que era B vira A e o plano que era A vira B.
 Isso faz sentido para você? Para mim, não faz sentido algum. Afinal, se você quer empreender, precisa entender que para fazer tudo dar certo é preciso ter dedicação, paciência, sabedoria, persistência e [talvez principalmente] foco.
 Por que em vez de ter um plano B você não adota um plano A com diferentes versões?
 Faça um plano A 1.0, 1.1, 2.0. Verifique e avalie o que está dando certo e o que não está no seu modelo de negócio, no seu marketing, no seu atendimento e mude quando necessário (sempre com o foco em fazer seu negócio dar certo).


Nunca se esqueça do seguinte: o caminho para o sucesso não respeita uma linha reta.

Fonte: Saiadolugar


23 de agosto de 2013

Saiba dizer “NÃO”

           No mundo empresarial é muito comum querer agradar, ser simpático, assertivo, ou qualquer outra qualidade semelhante, ou mesmo todas elas. Entretanto, não esqueça que o dia tem somente 24 horas e nós temos cada vez mais tarefas a cumprir neste tempo. Sempre dizer sim pode sobrecarregá-lo com trabalhos não prioritários ou desnecessários e chegará ao ponto em que algo ficará para trás, trazendo um prejuízo muito maior do que se tivesse dito "não" na hora certa. Dizer "não" pode ser a salvação de sua carreira ou negócio. Dizer "não" pode significar maior rendimento, melhor saúde e lazer ao lado de sua família e amigos.
            Recentemente encontrei um artigo sobre esse tema e gostaria de compartilhá-lo com vocês.


O megainvestidor Warren Buffet fez a William Ury, professor de negociação da Harvard University, uma revelação: o segredo da sua fortuna estava em dizer “não” a muitas propostas de investimento todos os dias, até que pudesse dizer “sim” à que buscava. Foi a partir desse encontro que Ury percebeu: cada “sim” importante requer mil “nãos” ao que não é prioritário. Porém, nem sempre conseguimos dizer “não” quando desejamos.
O autor comprovou, em sua própria vida, que Buffet estava certo. Após um acidente, sua filha necessitou se submeter a muitas cirurgias, e saber dizer “não” foi crucial para proteger sua família: “não” ao estilo de comunicação dos médicos, por exemplo, que criavam níveis altos de ansiedade. Também foi preciso declinar de convites e desconsiderar urgências do trabalho para priorizar a família.
A filha de Ury estava nas mãos da equipe do hospital, que, por sua vez, vivia sob estresse. Portanto, era preciso dizer “não” sem ser destrutivo, isto é, sendo respeitoso. Esse “não” que está a serviço de um “sim” maior é o que o autor denomina “não positivo”.

[...]

O medo como barreira ao “não”
Quem já não aceitou algo quando queria, de fato, dizer “de jeito nenhum”? O próprio Ury confessa ter passado por isso. Nós relutamos em oferecer uma negativa quando sentimos medo de arruinar a relação que temos com nossos familiares, clientes, colegas de trabalho ou com nosso chefe. Esse medo pode nos levar à acomodação, em vez de a resultados favoráveis em negociações.
O medo também gera um ciclo vicioso: quanto mais você se apega ao que lhe traz ansiedade, mais ansioso fica. Para quebrar isso, é preciso obter nova perspectiva e olhar o medo como se estivesse de fora. Algumas pessoas simplesmente clareiam as ideias respirando fundo, tomando um banho ou dando uma caminhada; outras, como o próprio Ury, gostam de ir para perto da natureza; outras, ainda, precisam conversar com um amigo.

[…]

Como dizer não
De acordo com Ury, há três erros típicos que as pessoas costumam cometer quando querem negar algo:
•    dizer “não” de maneira tão fraca que, na prática, torna-se um sim;
•    dizer “não” de modo destrutivo ou com raiva, o que prejudica relacionamentos;
•    tentar evitar o conflito e não dizer nem “sim” nem “não”, não revelando sua posição.
A recomendação dele é fazer um sanduíche: comece com o “sim” aos seus valores, coloque o “não” calmamente no meio e termine com um “sim” para o que você pode fazer. Então, diga: “Como tenho um compromisso familiar importante, não poderei trabalhar no sábado, mas posso ficar até mais tarde durante a semana e terminar tudo”. Experimente.





               Dizer “não”, e da maneira correta, pode poupar muito tempo, energia e nervosismo. Ao contrário do que muitos pensam, dizer “não” nem sempre demonstra grosseria, fuga ou pessimismo, mas lidar com as situações mais variadas com objetividade, honestidade, profissionalismo, foco e respeito a si mesmo, ao seu requerente e ao negócio envolvido.





5 de agosto de 2013

Novas tecnologias que você precisa conhecer

Com a tecnologia evoluindo em taxas exponencias, é cada vez mais comum ficarmos perdidos no meio de tantas novidades. Então, para facilitar a busca entre muitas inovações, trazemos esse post com as principais que estão fazendo sucesso no mercado.
O vice presidente responsável pela plataforma Android no Google, Hugo Barra, apontou, em uma palestra no evento InfoTrends sobre o futuro da computação móvel, diversos produtos aos quais os fãs de tecnologia devem ficar atentos. Alguns deles estão logo abaixo:



Impressoras 3D

Ele define essas impressoras como responsáveis pela parte "mecânica" da revolução dos gadgets: com pouco investimento, uma pessoa pode fabricar protótipos de produtos em sua casa. Ele compara essa facilidade ao fenômeno da economia dos aplicativos: "Com as ferramentas certas, qualquer pessoa em uma garagem consegue criar um aplicativo, lançar no Google Play ou App Store e chegar a milhões de pessoas".Barra se mostrou um grande entusiasta das impressoras 3D, a protagonista de uma revolução em hardware que, segundo ele, está por vir. "O hardware agora é barato, é fácil de fazer e está conectado à nuvem."


Raspberry Pi 



Trata-se de um computador do tamanho de um cartão de crédito, que pode ser associado a outros gadgets (como aqueles produzidos por impressoras portáteis). Ele tem portas HDMI, USB, 512 MB de RAM e entrada para cartão de memória (para rodar o sistema operacional). Custa de US$ 25 (R$ 57) a US$ 35 (R$ 80) nos Estados Unidos.


  
Barra destacou durante a apresentação os eletrônicos vestíveis. Entre os exemplos citados está o relógio inteligente Pebble, com preço sugerido de US$ 150 (cerca de R$ 343) nos Estados Unidos. O acessório usa tecnologia Bluetooth para se conectar a aparelhos com iOS (plataforma da Apple) e Android. Ele vibra quando o usuário recebe chamadas, e-mails e mensagens – parte desses textos é exibida na tela. Tem também aplicativos que dão ao relógio novas funções, como controlar a corrida do usuário.



Trata-se de uma fechadura eletrônica (de nome estranho). Ela se comunica com o telefone de um ou mais usuário, recebendo via aproximação as instruções para trancar ou destrancar. Segundo o fabricante, nem é preciso tirar o telefone do bolso para a porta receber o comando. O produto ainda não está disponível, mas já é possível fazer a pré-encomenda no site.



Esse foi um dos exemplos de Barra sobre como a tecnologia muda processos. O Outbox funciona somente em condomínios dos Estados Unidos e custa US$ 5 (cerca de R$ 11,40) ao mês. O usuário envia uma foto da chave de sua caixa (física) de correio, e os funcionários do Outbox ficam encarregados de coletar a correspondência. Eles então escaneiam o conteúdo, que pode ser visualizado online pelo cliente. Se o usuário quiser (fisicamente) aquilo que lhe foi entregue (como um cartão de crédito), basta solicitar por e-mail.

  
Barra (quase literalmente) vestiu a camisa durante o InfoTrends, usando os óculos Google Glass durante boa parte de sua apresentação. O gadget parece um par de óculos, mas sem as lentes e com um computador acoplado com câmera, microfone, tela e uma barra sensível ao toque que serve de navegador. Os comandos também podem ser dados por voz.

  
O engenheiro do Google também mencionou o Chrome Cast em sua apresentação. Ainda dentro do conceito dos gadgets que se comunicam com a nuvem, esse "pendrive" de TV reproduz na telona serviços como YouTube e Netflix. O produto será vendido nos EUA por US$ 35 (cerca de R$ 80).

Fonte: Uol


21 de julho de 2013

5W2H como ferramenta de Gestão

O que é, como fazer e quando utilizar?

A planilha 5W2H é uma ferramenta administrativa que pode ser utilizada em qualquer empresa a fim de registrar de maneira organizada e planejada como serão efetuadas as ações, assim como por quem, quando, onde, por que, como e quanto irá custar para a empresa.
Seu nome não é por acaso, pois designa uma sigla que contem todas as iniciais dos processos em inglês, sendo:
1 – What (o que); 2 – Who (quem); 3 – When (quando); 4 – Where (onde); 5 – Why (por que) e 1 – How (como); 2 – How Much (quanto)
Existem também duas variações da planilha 5W2H: uma sem o How Much (quanto custará) formando uma planilha 5W1H ou 5W3H que inclui a etapa “How many” (quantos).
Importância da planilha 5W2H
Em uma empresa que deseja crescer e fazer bons planejamentos, a planilha 5W2H é extremamente útil. O melhor é que pela sua praticidade, ela pode ser feita em organizações de qualquer porte, pois não necessita de uma equipe técnica especializada desde que tenha alguém que saiba realizar todo o processo e organizá-lo de maneira a obter muito sucesso.    
É um método muito simples que agiliza todos os processos de uma empresa, ou seja, se tempo significa dinheiro, a empresa pode ganhar ainda mais dinheiro com a planilha 5W2H. Além disso, em um mercado altamente competitivo, a falta de planejamento de ações e processos pode gerar inúmeros prejuízos, além de perda de vantagem competitiva.
Como fazer a planilha 5W2H
Para fazer a planilha 5W2H é necessário ter em mente as causas do problema e realizar cada etapa de maneira cuidadosa sempre de forma correta. Após o término de sua planilha, ficará algo como o exemplo abaixo (a ordem das colunas não irá afetar o andamento da planilha desde que “What” seja feito em primeiro lugar):

1 – What?                   
Pergunta a ser respondida: O que será feito?
A resposta nada mais é do que o objetivo que você deseja alcançar. Será feito melhorias na produção, aumento de vendas, etc.?
2 – Why?
Pergunta a ser respondida: Por que isso será feito?
Quais os motivos que justificam o que será feito (What). É para melhorar algo, resolver um problema ou o quê?
3 – Where?
Pergunta a ser respondida: Onde (em que local) será feito?
Muitos “pulam” esta parte da planilha 5W2H porque consideram que o local sempre será a empresa em si. É importante detalhar ainda mais o lugar onde será executada a ação, como por exemplo, o departamento responsável. Se a empresa for micro ou pequena e não estiver dividida em departamentos, então pode colocar somente “empresa”.
4 – Who?
Pergunta a ser respondida: Quem irá fazer?
Sabe o seu objetivo inicial (What)? Quem irá te ajudar a alcançá-lo? Se para chegar lá é preciso a elaboração de diversos processos e ações, quem ficará responsável por cada ação?
Cuidado para não designar pessoas erradas ou irresponsáveis para realizar determinadas ações, pois isso pode prejudicar o prazo (When) e custos (How Much).
5 – When?
Pergunta a ser respondida: Quando será feito?
Todo bom planejamento possui um prazo determinado para que o objetivo principal seja alcançado. Assim, nesta parte a resposta deve ser uma data para a execução da ação.
1 – How?
Pergunta a ser respondida: Como será feito?
Detalhe qual o processo que será feito para atingir o seu objetivo. Tente ser o mais específico possível.
2 – How Much?
Pergunta a ser respondida: Quanto irá gastar?
Chegou o momento de mexer no bolso e ver o quanto irá gastar com este plano de ação. Não se esqueça de incluir todas as despesas com pessoal (Who), equipamentos, processos, etc. Por isso é importante seguir as etapas anteriores de maneira correta para fazer o cálculo preciso de quanto custará e ver se isso se adéqua aos seus recursos disponíveis.
Respondidas as perguntas de maneira correta, sua planilha 5W2H estará completa e depois é só colocar tudo em prática para ganhar muito mais dinheiro em sua empresa. 


27 de junho de 2013

Como aproveitar as férias para turbinar o currículo

Depois de exaustivas semanas de prova, muitos universitários esperam ansiosamente pelas férias de julho, principalmente para descansar dos compromissos acadêmicos. É importante que o estudante pondere alguns elementos como experiência profissional, interesse, afinidades e dinheiro para investir em algum curso. De acordo com o diretor-geral da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg, esse período de férias é ótimo para trabalhar no exterior, pois além de aprender  outra língua também desenvolve a parte profissional. Aí estão algumas opções:

Trabalho temporário – os empregos de curta duração, como vendedor de loja, são boas opções para quem não têm experiência profissional anterior. Grinberg explica que o estudante adquire diversas habilidades nesses trabalhos, aprendendo a lidar com pessoas, administrar conflitos, trabalhar em um ambiente dinâmico e que exige grande flexibilidade.

Trabalho voluntário – dedicar-se a alguma atividade não remunerada também compensa para os estudantes. O trabalho voluntário ajuda os jovens a trabalhar em equipe, conhecer diferentes classes sociais, respeitar as diferenças e desenvolver a liderança.
Nesse tipo de trabalho os projetos nem sempre têm recursos e pessoas suficientes, logo, os envolvidos precisam ter flexibilidade para lidar com as mais diversas situações e adversidades. Em relação as empresas, fazer um trabalho voluntário mostra que a pessoa tem comprometimento, engajamento social, e, sobretudo, mostra que é pró-ativa a ponto de buscar algum tipo de atividade.

Estágio internacional -  trabalhar fora do Brasil é, sem dúvuda a opção mais interessante. Os estudantes adquirem experiência profissional ao mesmo tempo em que aprendem uma nova língua, ou aprimorar o que já sabem. Há diversos destinos e oportunidades para estudantes de diversas áreas.

Cursos -  os cursos, tanto no Brasil como no exterior, também são opções interessantes, principalmente os cursos de línguas e cursos de focados na área de estudo.  Os cursos internacionais podem ser feitos durante períodos curtos de um mês, por exemplo, enquanto o estudante está de férias.


Lembrando que férias é um período de descanso também. Mas não há necessidade de utilizar esse tempo sem desenvolver o lado profissional. Saber ponderar é essencial para tornar o período de férias produtivo para voltar bem no início do próximo período letivo.



18 de junho de 2013

5 dicas de quem saiu da faculdade com o sonho de ser empreendedor


Terminar a faculdade é um dos momentos mais confusos de nossas vidas, tentar tomar um rumo é uma missão bem difícil. Para aqueles que sonham em se tornar empreendedores de sucesso, há várias etapas e nem sempre é fácil alcançar esse objetivo saindo da faculdade. Abaixo, estão listadas algumas dicas de quem já saiu da faculdade e conseguiu destacar-se nesse ramo.

1. Escolha uma área para empreender que tenha alguma relação contigo 
Escolher uma área na qual você não tenha conhecimento, leva a um maior esforço tanto para conhecer o mercado, pegar as "manhas" e entender o segmento escolhido.Empreenda em uma área que já você já conhece ou que tenha uma mínima noção. Pode parecer besteira, mas isto vai facilitar muito sua sobrevivência no negócio!

2. Tenha a certeza que algo dará errado e tenha força para dar a volta por cima 

Não é regra, mas boa parte dos grandes empreendedores fracassaram antes de atingir o sucesso. Aproveite o fracasso para aprender e fazer melhor. O empreendedor aprende com os erros. Também é importante reservar forças para dar a volta por cima.Para saber o que fazer e como fazer, é importante saber o que não e como não fazer. A decepção de algo ter dado errado pode dar espaço á uma nova oportunidade de melhorar.

3. Acredite na sua ideia e seja humilde

Acredite que o segredo do sucesso é acreditar na ideia, amar e lutar para que ela se concretize. Porém, muitos confundem amar com uma espécie de posse cega. É mais ou menos como a relação entre pais e filhos. Amar é orientar o desenvolvimento e as potencialidades. Pais possessivos oprimem tentando impor suas vontades.Amar sua ideia de negócio é querer torná-la viável de qualquer maneira. Se formos possessivos, ficaremos cegos, sem enxergar falhas e problemas. O que pode ser sinônimo de fracassos irreversíveis e muito prejuízo.Seja humilde para ouvir as opiniões dos outros e analisá-las profundamente. Se aquele amigo te disse que o negócio não vai dar certo, não o chame de negativo. Questione por que ele acha que não dará certo, entenda seu ponto de vista e seja humilde para aceitar que ele está querendo te ajudar. Busque soluções viáveis para os argumentos das pessoas que dizem que o negócio não vai dar certo. Não significa abandonar a ideia, mas viabilizá-la.

4. Encontre sócios que compartilhem sonhos e interesses 

O mais importante é formar um grupo de amigos que compartilham o mesmo desejo de serem empreendedores. Manter este grupo ativo é fundamental para conversar sobre ideias e possibilidades. O grupo também vai lhe ajudar a conhecer as pessoas e ver com quais perfis você se identifica para ter como sócio.A escolha de um sócio não deve se basear apenas na amizade ou companheirismo. Nemsempre seu melhor amigo será um bom sócio. O mais difícil, quando secomeça a empreender, é achar pessoas comprometidas e confiáveis para abraçar a ideia e trabalhar junto conosco.Se você é o empreendedor, você é o líder e o responsável pelo sustento da equipe quetrabalha com você. Não é apenas um negócio, é um sonho e são vidas que estão acreditando neste sonho com você. Esteja presente, assuma a responsabilidade, aprenda a delegar e terá parceiros (funcionários, sócios e clientes) lutando com você para que sua empresa prospere.Seus sócios precisam sonhar com você e é preciso objetivos similares. É recomendável que a escolha seja muito bem feita e pensada. Muitas empresas tem alto potencial de sucesso e só não dão certo por que os sócios tem interesses e expectativas diferentes, que não estão alinhadas. Isso infelizmente pode acabar com um próspero negócio.

5. Saia do Lugar e coloque a mão na massa

O empreendedor precisa vencer a inércia todos os dias e sentir o negócio vivo em si. Para isso é preciso fazer, vestir o uniforme. Ser o primeiro a chegar e o último a sair.
Não deixe seu funcionário sozinho, esteja presente para que ele tenha certeza que pode contar com você. Faça com que perceba que está por dentro das dificuldades dele e que vai buscar a solução.




31 de maio de 2013

Pronto para abrir seu próprio negócio?

Salte para uma nova carreira empreendedora com segurança
Empreender é mais do que o simples fato de abrir uma empresa. Está muito relacionado também com atitudes que o empreendedor aplica no dia a dia.
É importante seguir algumas dicas básicas, para que consiga atingir os objetivos de forma mais rápida e eficaz, talvez simples atitudes que possam diferenciar o sucesso e o fracasso do seu futuro empreendimento.


Seguem 10 dicas segundo o especialista Marcelo Nacagawa, coordenador do centro de Empreendedorismo do Insper, para que seu empreendedorismo apresente mais chances de sucesso:

1. Misture-se a outros empreendedores. Há encontros de empreendedorismo em muitas cidades. Essas reuniões são essenciais tanto para quem já tem um negócio quanto para os que procuram inspiração para abrir uma empresa. É nelas que você poderá encontrar sócios, parceiros e clientes, além de ouvir histórias de sucesso e fracassos – essenciais para quem está no começo.


 2. Aprenda a planejar o negócio. Para fazer isso, há duas formas principais, uma para negócios tradicionais (offline) e outra para os digitais. Se sua empresa oferece um produto ou serviço que já existe, comece traçando um plano de negócios. Com ele tudo ficará mais claro. Se o negócio for virtual, será preciso iniciar por uma forma simplificada do que você pretende oferecer. Assim será possível sentir o mercado e planejar, testando diretamente o protótipo (ou a fase beta do negócio). Dessa forma mais interativa também será possível receber mais retorno de clientes e usuários do produto ou serviço.


3. Busque o sócio ideal. Normalmente, toda empresa tem pessoas com duas competências: fazer e vender. Antes de abrir um negócio, tenha em mente se você é do time dos que fazem ou dos que vendem. Idealmente, toda empresa tem pelo menos dois sócios, cada um com sua característica principal. Dividir as tarefas é importante para fazer o negócio engrenar. Se você acumular as duas funções, sua vida pessoal irá se tornar um caos, especialmente se você usar o dia para vender a ideia e a noite para realizá-la. Encontre pessoas com capacidades complementares às suas. O início do processo de empreender é estafante e requer muita dedicação.

4. Tente (pelo menos!) fazer uma previsão do fluxo de caixa do negócio. De quanto você vai precisar para abrir o negócio? Depois de quanto tempo o caixa deverá se tornar positivo? Isso é essencial para se planejar financeiramente, especialmente se você tiver muitas contas para pagar e for o principal suporte financeiro da família. Esteja preparado para enfrentar as dificuldades iniciais e não desistir facilmente de uma boa ideia por precisar voltar a ter um salário. Se seu perfil for o de uma pessoa que só consegue ter sossego com um bom saldo na conta bancária, aumente a poupança enquanto tiver um salário fixo, por exemplo, para se sentir mais seguro depois.


5. Seu preparo psicológico poderá ser até mais importante que o planejamento estratégico. Ele varia muito de pessoa para pessoa, mas fique atento a pontos essenciais, como a dependência do trabalho em grupo, a estabilidade financeira, o peso da vida pessoal etc. É essencial buscar pelo menos um ou dois mentores e fazer reuniões a cada dois ou três meses para conversar sobre como vai a vida empreendedora e também a pessoal. Na ânsia de fazer o negócio se tornar realidade, muitos empreendedores abrem mão de suas vidas pessoais. Os mentores podem ajudá-lo a permanecer com os pés no chão e balancear as necessidades do negócio e de sua vida fora dele.
No futuro, os mentores poderão integrar o conselho de orientação e/ou administração da empresa. Ao escolher esses conselheiros, considere três perfis diferentes. O primeiro pode ser alguém que entenda de gestão. Vale chamar um amigo que trabalhe numa grande empresa e que seja capaz de traduzir técnicas de gestão usadas no dia a dia para uma pequena empresa. Outro mentor pode ser um estudioso de negócios, que traga ideias novas. Vale um professor e até um estudante de administração de empresas. O terceiro mentor pode ser um cliente que é amigo e possa criticar seu negócio do ponto de vista do consumidor. Além de ajudar a empresa a se tornar mais sólida, os conselheiros são importantes para torná-la mais profissional. É para eles que você deverá apresentar seus resultados, por exemplo.


6. Divida seu tempo. Antes de começar o negócio, sente com sua família e tenha uma conversa franca. Prepare-se (e prepare-os) para o período até o ponto de equilíbrio da empresa (quando ela sai do vermelho e começa a pelo menos não dar prejuízo). Tenha claro que essa fase será de muito trabalho (sabe aquela história de 100% transpiração? É bem por aí!) e que você terá pouco tempo para se dedicar à família e aos amigos. Toda essa preparação faz parte do investimento emocional de empreender. Depois que o negócio andar com as próprias pernas, equilibre suas vidas pessoal e profissional. Empreendedor também precisa ter descanso, tirar férias... Use a sazonalidade do negócio, por exemplo, para tirar dias de folga, viajar com a família e relaxar.


7. Interaja com seu mercado consumidor. Isso é essencial sempre, mas especialmente nos primeiros seis meses, durante a elaboração do seu plano de negócios ou do protótipo de seu produto. Vá a feiras e eventos voltados ao seu público, converse com as pessoas, mostre seu projeto.


8. Contrate bons profissionais. Uma das principais dores de cabeça dos empreendedores está na contratação de uma empresa de contabilidade. Para evitar problemas, converse com outros empreendedores e conheça pelo menos cinco clientes do contador que pretende contratar antes de fechar o contrato. Seu contador precisa ser “invisível” na empresa. Se a presença dele for muito frequente, será um sinal de que algo vai mal.


9. Esteja ao lado da lei. Tirar alvarás de funcionamento, autorizações e outros documentos públicos requer tempo. Em geral, demora-se bastante para acertar todos os detalhes do negócio. Fique atento ao período também. Uma época eleitoral ou pós-eleitoral, por exemplo, pode atrasar ainda mais a obtenção de documentos, pois geralmente há mudanças nos cargos de confiança municipais e estaduais. O planejamento legal do seu negócio precisa ocorrer em paralelo com as outras diretrizes do negócio. Não deixe para depois.


10. Busque inspiração constante. Se você quer ser empreendedor, precisa gostar de negócios. Busque informações sobre grandes empresas e empreendedores que você admira. Vá a feiras e congressos nacionais e internacionais, leia sobre o assunto. A inspiração pode vir até da concorrência, mas não apenas dela. Procure referências em áreas diferentes da sua. Os donos do Starbucks, por exemplo, se espelharam no design da Apple, na inovação da Nike, na logística da Zara, na experiência de ambientes da Walt Disney Company. Aprendendo com os exemplos de outros, você certamente se sentirá mais motivado.


Arrisque com consciência, acrescente na rotina  essas dicas e obtenha o sucesso como um novo empreendedor.


13 de maio de 2013

Você realmente sabe o que é Marketing Pessoal?

Ainda tem muita gente por aí confundindo marketing pessoal com superexposição. Sempre tem quem lê em algum lugar ou escuta algum consultor ou amigo dizendo que tem de se promover e pronto: catástrofe. Cria-se mais um monstro da superexposição. Para colocarmos as coisas em ordem, vale lembrar que marketing pessoal é uma ferramenta para o gerenciamento da imagem pessoal e profissional. Serve para melhorar a imagem que as pessoas têm a respeito de alguém.
Algumas pessoas exageram na dose e acham que estão fazendo marketing pessoal. Uma das premissas do marketing pessoal é justamente saber dosar a exposição. De menos, você não será lembrado. Porém ninguém quer ou vai adivinhar, é preciso mostrar. Para isso é necessário criar estratégias de exposição.
Saber estar nos lugares certos, participar dos eventos e reuniões mais estratégicos e, mais do que tudo, agir naturalmente, tenha em mente que para cuidar da imagem pessoal é preciso observar. Veja aquelas pessoas que são bem sucedidas,  analise e entenda o porque, assim se pode aprender e evitar a superexposição, afinal ninguém quer ser taxado de metido e arrogante,  mas se desconfiar que talvez seja essa a imagem que está transmitindo uma conversa com um amigo próximo e uma auto-avaliação são estratégias muito bem vindas.





10 de maio de 2013

Você é criativo?


Muitos acham que a criatividade é uma característica específica, como se fosse um dom. Porém, de acordo com Gisela Kassoy, especialista no assunto, “não existem pessoas criativas ou não criativas. O que existe são tipos diferentes de criatividade, e todos podem surpreender”. Desta forma, a criatividade pode ser tanto desenvolvida quanto bloqueada e, portanto, não é exclusiva.
Uma associação que geralmente é feita, é entre criatividade e inteligência. De acordo com especialistas, a criatividade é a capacidade de usar para solucionar um problema e não um dos sinônimos para inteligência. A criatividade não precisa necessariamente ser revolucionária ou romper paradigmas. Gisela Kassoy afirma que “você pode ser criativo mudando o mundo ou se adaptando a ele”. Claro que boas ideias não vêm do nada. Geralmente, elas são resultado de diversas ideias diferentes que, depois de analisadas e filtradas, resultam em uma ou outra realmente úteis.
A criatividade está diretamente ligada com inovação. As duas devem andar juntas. Enquanto a criatividade se preocupa em gerar, a inovação implementa a ideia. Um grande erro é quando se separa as duas coisas. “Tem gente que só gera ideia e não implementa nada. Tem gente que começa a implementar sem criar”, explica Schlochauer.
Criatividade não se restringe apenas a artistas, profissionais da publicidade ou da tecnologia de inovação. Profissionais de todos os setores precisam, todos os dias gerar soluções e, portanto, usar a criatividade. Não se esconda, achando que as melhores ideias surgem sempre das mesmas pessoas, e não de você. A criatividade é uma habilidade que deve ser trabalhada, estimulada e principalmente exposta. As ideias que parecem ser mais absurdas podem gerar as soluções mais surpreendentes.





23 de janeiro de 2013

Como nasce uma ideia para uma Startup? Parte I

Esta semana a PreInova apresentará uma série de posts sobre como é o processo de ideias no nascimento de uma Startup. O post de hoje trata sobre os problemas iniciais, como identificar sua ideia e o que precisa para ela decolar. Então aqui vai:


Como nasce uma ideia para uma Startup? 
O melhor jeito de conseguir ideias para uma startup é tentar não pensar em ideias para startups. É procurar por problemas, preferencialmente problemas que você mesmo enfrenta.
As startups mais bem sucedidas costumam ter três coisas em comum: são algo que seus fundadores realmente querem, que eles mesmos podem construir e que poucas outras pessoas percebem que vale a pena fazer. Microsoft, Apple, Yahoo, Google e Facebook todas começaram desta maneira.
Problemas
Por que é tão importante trabalhar em cima de um problema que você mesmo enfrenta? Entre outras coisas, existe a certeza de que o problema realmente existe. Parece óbvio dizer que você só deveria trabalhar em cima de problemas que realmente existem e, ainda assim, o erro mais comum cometido entre as startups é resolver um problema que ninguém tem.
Vamos tomar como exemplo um site que coloca galerias de arte online. No final da década de 90 começaram a aparecer vários sites seguindo este modelo de negócio. Mas o problema é: galerias de arte não querem estar online, pelo menos não naquele contexto. Não é assim que funciona a arte, as pessoas gostam de ver e principalmente comprar e vender obras de arte ao vivo. Mas por que tanto tempo e recurso foi dispendido para estes sites? Porque seus idealizadores não prestaram atenção em seus usuários. Era um modelo de negócio de um mundo que não correspondia à realidade.

Por que tantos empreendedores começam um negócio que ninguém quer? Porque eles começam tentando pensar em ideias para startups. Esta maneira de operar pode ser duplamente perigosa: produzem poucas ideias boas; produzem ideias ruins, mas que soam plausíveis o suficiente para te enganar e fazê-lo trabalhar em cima delas. Esta maneira de operar gera o que se pode chamar de ideias pré-fabricadas. Imagine um programa de televisão onde um personagem estivesse começando uma startup, os roteiristas teriam que inventar uma ideia para ele trabalhar em cima, mas ter boas ideias não é algo tão simples, portanto, a não ser que eles fossem extremamente sortudos, acabariam surgindo com algo que é plausível, mas que não é uma boa ideia.
Personagem Barney do seriado "How I Met Your Mother" com sua ideia batizada de "bro bibs".
Por exemplo, uma rede social para donos de animais de estimação. Não soa claramente ser uma má ideia, na verdade, parece ser uma ótima ideia. Não raramente donos de animais de estimação se importam bastante com seus animaizinhos e gastam bastante dinheiro com eles e com certeza muitas dessas pessoas gostariam de conversar com outros donos de animais. Não todos, mas se 2 ou 3% fossem visitantes regulares, você poderia ter milhões de usuários. Você poderia anunciar ofertas direcionadas e, talvez, cobrar por algumas funcionalidades do site.
O perigo em uma ideia como essa é que quando você passa pelo crivo de amigos donos de animais de estimação, eles não dizem “Eu nunca usaria algo assim”. Eles dizem “É, talvez eu consiga me imaginar usando algo assim”. Mesmo quando a startup começa a operar e o site está em funcionamento, soará plausível para muitas pessoas. Elas não vão querer utilizar, pelo menos por agora, mas elas conseguem imaginar outras pessoas querendo. Some esta reação ao longo de toda a população e você terá zero usuários.      

O Poço

Quando uma startup chega ao mercado, tem que haver pelo menos alguns usuários que realmente necessitam do que eles fazem - não apenas pessoas que se vêem usando o serviço algum dia, mas que querem urgentemente. Usualmente, esse grupo inicial de usuários é pequeno, pelo simples fato de que se há algo que tantas pessoas necessitam urgentemente e que isto pudesse ser feito com o esforço e recursos depositados em uma startup, provavelmente, já existe. O que significa ter que se comprometer em uma única direção: construir algo que muitas pessoas querem uma pequena quantidade, ou algo que poucas pessoas querem uma grande quantidade. Escolha a segunda opção. Nem todas as ideias deste tipo são boas ideias para startups, mas quase todas as boas ideias são deste segundo grupo.
Imagine um gráfico onde o eixo X representa todas as pessoas que podem querer o que voce está produzindo e o eixo Y representa o quanto estas pessoas querem. Se você inverter a escala no eixo Y, você consegue visualizar as empresas como buracos (concavidades). Google é uma imensa cratera: centenas de milhões usam e precisam muito. Uma startup começando agora não pode esperar excavar um volume tão grande neste gráfico. Portanto, deve-se fazer duas escolhas acerca da forma do buraco que você vai começar. Você pode cavar um buraco que é amplo, porém raso, ou um que é estreito, porém profundo, como um poço.
Lembra das ideias pré-fabricadas? Elas são normalmente do primeiro tipo. Muitas pessoas estão suavemente interessadas em uma rede social para donos de animais de estimação.
Quase todas as boas ideias de startups são basicamente do segundo tipo. Microsoft era uma delas, assim como o Facebook, que começou exclusivo para a Universidade de Harvard, que restringia a poucos milhares de usuários, mas que queriam muito.
Quando tiver uma ideia, pergunte a si mesmo: quem quer isto neste momento? Quem quer isto o bastante para usar até mesmo quando for uma versão protótipo feita por alguns caras de uma startup que eles nunca ouviram falar? Se você não conseguir responder à essa pergunta, a ideia é provavelmente ruim.
Você não precisa da pequena largura do seu poço por si só. É a profundidade que você mais quer; seu gráfico ficará estreito à medida que você for otimizando sua profundidade. Na prática, o link entre as duas coisas é tão forte que é um bom sinal quando você sabe que uma ideia vai ter um forte apelo a um grupo específico ou tipo de usuário.
Porém, o seu poço pode ainda não ser o suficiente. Se Mark Zuckerberg tivesse construído uma rede que tivesse um apelo somente aos estudantes de Harvard, não seria uma boa ideia. Facebook foi uma ótima ideia porque começou com um pequeno mercado e que tinha saída para outros. Universidades são similares o suficiente para expandir através delas, o Facebook iria funcionar em qualquer uma. Uma vez que tenha todos os estudantes de universidades, você consegue outros usuários simplesmente deixando-os entrar.
Mas é importante lembrar que nem toda ideia precisa ser brilhante para dar início à uma startup. Uma startup obtém sucesso oferecendo uma tecnologia ou serviço melhor do que se tem atualmente, e não é necessário nenhuma genialidade para isso na maioria das áreas.

Não deixe de acompanhar o blog, amanhã sai mais um post da série. Não deixem de comentar também.


13 de agosto de 2012

3 dicas para apresentar sua ideia ou produto através do PowerPoint

Destaque-se na sua apresentação
 e seja bem sucedido!
Imagine que você foi convidado para uma reunião de uma empresa onde você precisa provar que sua idéia é digna de investimento em um curto espaço de tempo. Seu único recurso é um computador e um projetor. Apresentar um video é algo muito impessoal, você precisa fazer seu discurso na frente desses empresários e passar confiança. Essas são algumas dicas de como fazer sua apresentação através do PowerPoint sem causar tédio ou frustração nos chefões.



  • Dica número um: Seja visual. Diga não aos slides cheios de bullet points tediosos. Procure usar imagens simples e limpas que esclareçam completamente o que você está tentando dizer - não complique. Quando slides são confusos e carregados a audiência ficará focada em decifrá-los ao invés de se concentrar em você. Não se esqueça que para a maioria dos investidores, o empreendedor é mais importante que o produto ou a ideia em si.

  • Dica número dois: Conte uma história. Storytelling atinge o coração dos espectadores como humanos. Lembre-se, você não é um advogado de tribunal tentando acumular provas para o júri a respeito de porque sua idéia está destinada a fazer milhões. Se sua apresentação é apenas um acumulo de fatos, números e gráficos de pizza, você pode perder o seu público.

  • Dica número três: Pratique, pratique e pratique. Chegue na frente dos outros e se apresente - muitas vezes. Não se preocupe se o seu discurso ficar ruim nas primeiras vezes, pois provavelmente ficará. Com a prática você vai aprender quais partes o público está respondendo bem e quais partes que precisam ser ajustadas. Com o tempo você vai adquirir confiança no que você quer apresentar.

Essas são apenas três dicas que podem ajudar a melhorar suas futuras apresentações em PowerPoint. Existem empresas especializadas nisso. Um exemplo nacional de destaque é a SoaP que publicou até mesmo um livro sobre o assunto que vale a pena ler. A partir de então, destaque-se e seja bem sucedido!